
Como 3ª pessoa vejo a minha vida.
Como se não pertence-se a este corpo.
A minha alma está afastada,
A minha vida não é mais minha.
O meu corpo grita de dor,
Mas a minha alma só conhece a angustia.
Assim ando pelo mundo separado do meu corpo,
Separado da dor mas também da vida,
Assim ando pelo mundo, sem sentido,
Assim vou onde o meu corpo me leva.
Muitas vezes tento controlar este ser,
mas sempre perco o controlo....
Sempre me desequilibro e caio.
Só controlo um destino que não é meu
controlo uma vida que não é minha,
Mas não me consigo controlar...
Não consigo dizer a este corpo:
"Para, ouve-me, escuta-me..."
Acaba por se tornar um monologo sem sentido,
Uma conversa de 1....
Uma tentativa de relação com uma pedra...
Mas um dia o controlarei....
E esse dia, será memorável...
Pois nesse dia morrerei.
(tornija)
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